Já castramos uma femea para ele, mãe dos primeiros filhotes que vimos na rua vindos de sua casa.
Ao passarmos pela rua dele, em fevereiro, vimos essa coisinha assutada, novinha, catando lixo.
Muito maltratada, muitas pulgas, várias lesões de pele, verminose e fome.
Foi vermifugada, bem alimentada, limpa.
Não foi vacinada porque como a ninhada com parvovirose tinha se curado há pouco tempo ficamos com medo que baixasse a imunidade pela vacinação e, antes que essa começasse a fazer efeito, adquirisse a doença.
Várias pessoas se interessaram por ela, mas algumas por morarem em apartamento, não poderiam ficar, pois ela era muito agitada.
Até que uma moça que já tem dois cães a escolheu. Mas não a poderia pegar naquele momento, iria pegá-la dali a 15 dias.
Por uma fatalidade, antes que ela pudesse ser vacinada com segurança ou ser entregue à nova dona nos chegou o Lion, um mestiço de labrador, que trouxe a cinomose para a nossa casa.
Fizemos de tudo para salvá-la, mas, talvez, por sua infância mais sofrida, sem uma alimentação de qualidade, ou abrigo, ou carinho e atenção, não respondeu ao tratamento.
Teve alimentação especial, composta de ração super premium, vitaminas, sustagem, farinhas infantis, patês, etc, e se alimentava bem até o final.
Mas nada funcionou, e a perdemos no dia 13 de maio.
Se você se identifica com a nossa luta, nosso empenho e até o nosso sofrimento com esses bichinhos tão maravilhosos, por favor, nos dê a mão. Precisamos cobrir nossas despesas, até para poder continuar a tratar dos que ainda estão conosco.



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